Caravan Heart: o jogo de Dragon Quest Monsters que ficou no Japão
Em 2003, a série Dragon Quest Monsters já tinha passado da Game Boy para a Game Boy Advance, e Dragon Quest Monsters: Caravan Heart foi a terceira entrada e o último jogo a ostentar o nome Enix antes de a empresa se fundir com a Square. Foi desenvolvido pela Tose, com o criador da série, Yuji Horii, a supervisionar, e foi posto à venda no Japão a 29 de março de 2003. Nunca foi publicado oficialmente em inglês.
A história coloca-te na pele do príncipe Kiefer, uma personagem de Dragon Quest VII. Foge de casa no seu décimo aniversário e é puxado para o mundo de Dragon Quest II, onde uma figura chamada Magarugi promete um desejo se ele encontrar os Orbs de Loto. Kiefer junta-se depois a uma caravana itinerante chefiada por Luin, cujos pais doentes precisam de cura.
Num relance
- Criado por: Tose (programação), Enix (editora)
- Lançamento: 29 de março de 2003 no Japão
- Tradução inglesa: KaioShin, concluída em março de 2008
- Género: RPG de recolha de monstros
- O que o distingue: gestão de caravana e o sistema de transformação por "corações"
O que o torna diferente
- Os monstros já não são simplesmente recrutados. Reúnes "corações" de monstros derrotados e combinas dois deles para transformar um monstro existente num novo.
- A caravana comporta até três carroças, cada uma com um monstro guarda e até quatro humanos, ou seja, até doze pessoas e três monstros.
- Os humanos têm 20 classes, incluindo a nova profissão de cartógrafo, e vários da mesma classe numa carroça combinam os seus efeitos.
- A comida gasta-se durante a viagem e, se acabar, o teu monstro guarda perde vida.
Receção
A Famitsu deu-lhe 35 em 40 e um Platinum Award, e vendeu cerca de 593 000 cópias. A RPGamer foi mais fria, atribuindo 3 em 5 e notando que não exibe o hardware da GBA.
