Castlevania: Bloodlines, a caçada a vampiros da Genesis que os fãs continuam a polir
O Castlevania: Bloodlines da Konami, de 1994, é a única entrada da série feita para a Sega Genesis (conhecido na Europa como The New Generation e no Japão como Vampire Killer). Chegou à América do Norte a 17 de março de 1994, ao Japão no dia seguinte e à Europa poucos dias depois. A história leva a saga para 1917, com a Primeira Guerra Mundial como cenário: a vampira Elizabeth Bartley atiça o conflito para ressuscitar o tio, Drácula, e dois heróis partem para a deter. John Morris, um descendente dos Belmont armado de chicote, balança-se sobre precipícios, enquanto Eric Lecarde usa uma lança que lhe permite saltar a grandes alturas, pelo que alguns caminhos diferem consoante quem escolhes.
Num relance
- Baseado em: Castlevania: Bloodlines (Konami, Sega Genesis, 1994)
- Criado por: Konami (jogo original); esta edição modifica o original
- Lançamento: original em 1994
- Género: Ação e plataformas
- O que o distingue: dois heróis, um cenário europeu devastado pela guerra e uma banda sonora que apresentou a compositora Michiru Yamane à série
Porque ainda tem seguidores
O cartucho da Genesis é lembrado pela sua ação rápida, e Tim Turi, da Game Informer, chegou a chamar-lhe um dos tesouros mais ignorados da série. A música é um ponto alto: foi a primeira banda sonora de Castlevania de Michiru Yamane, e uma das peças que escreveu para ele foi reutilizada em Portrait of Ruin, na DS, em 2006. A edição ocidental era também mais difícil do que a japonesa, e as diferentes regiões trataram os nomes das personagens de forma distinta.
O que muda esta edição
A descrição desta edição enumera as seguintes melhorias:
- Nomes das personagens corrigidos para corresponderem à edição japonesa, como Johnny e Erzsebet Bathory
- Sem bloqueio de região
- Controlos melhorados e dificuldade reequilibrada
- Um modo Expert e uma opção de nove vidas, disponíveis sem batotas
- Música dos clássicos Castlevania restaurada
Para contextualizar, a edição ocidental usava os nomes John e Elizabeth Bartley, pelo que a mudança de nomes por si só dá à história um sabor ligeiramente diferente.
